<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36551298</id><updated>2011-04-22T01:43:16.208+01:00</updated><title type='text'>Pensamento livre</title><subtitle type='html'>As nossas cabeças são redondas para que os pensamentos possam voar em qualquer direcção  
(F.Picabia)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernando Moreira Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774038642519438061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_IILw--Sh2XQ/RXirJGK7r3I/AAAAAAAAAAY/NbwxjnQVS8M/s200/nando.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36551298.post-9101840494170515507</id><published>2007-11-16T18:59:00.000Z</published><updated>2007-11-20T19:21:56.047Z</updated><title type='text'>O “Lobo Mau” da educação</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Considerações sobre a avaliação de desempenho dos professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Era uma vez um pequeno país que tinha oficialmente dois milhões de pobres, as mais altas taxas de violência doméstica, de gravidez na adolescência, de infecção por VIH, de abuso sexual, de abandono escolar, de analfabetismo, de alcoolismo, de toxicodependência, de desemprego…&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste pequeno país, muitas crianças viviam em instituições de acolhimento, sem família e, tantas vezes, sem o respeito à protecção da sua dignidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste pequeno país aconteciam coisas estranhas. Fechavam escolas, hospitais e fábricas mas abriam bancos, campos de golfe e hotéis de luxo. Os custos de ensino para as famílias aumentavam enquanto o orçamento para a educação diminuía. As escolas vendiam refrigerantes com açúcar e cafeína, mas não ensinavam os jovens a utilizar os preservativos nem a prevenir as doenças sexualmente transmissíveis. Os alunos tinham que permanecer cada vez mais tempo nas escolas mas estas não tinham espaços adequados nem confortáveis. Talvez por isso, os jovens escreviam nas paredes e no mobiliário mensagens estranhas, à espera que alguém as soubesse ler. Os que se sentiam pior, traziam a agressividade, a violência e o mal-estar das suas casas para as salas de aula e recreios.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste pequeno país orgulhoso da sua História, lia-se pouco, escrevia-se mal e, crescia-se de costas voltadas para a ciência. A principal cultura era o futebol. A principal religião, o consumo.&lt;br /&gt;Neste pequeno país, há muito tempo que se dizia uma coisa e se fazia outra. Por isso, as pessoas foram-se habituando a viver com a desfaçatez e a mentira. A verdade, a honra, a honestidade, o bem comum, passaram a ser coisas confusas, valores deslizantes. Parecer tornou-se mais importante do que ser. Ter, mais do que partilhar. O falar escondia mais do que revelava. Uma profusão de imagens mascarava a realidade e embalava as pessoas em sonhos impossíveis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste país, cada vez mais cinzento, havia &lt;strong&gt;professores&lt;/strong&gt;. Como não queriam que os pássaros da tristeza fizessem ninhos nas cabeças dos seus alunos, nunca se calaram. Manifestavam-se, faziam greves, tinham sindicatos. Escreviam nos jornais e revistas, falavam nas rádios e nas televisões, utilizavam a Internet. Denunciavam as injustiças sociais, a corrupção, o clientelismo, o atraso do país, a pobreza, a falta de condições das escolas, o abandono das crianças e jovens, a desresponsabilização das famílias, a falta de apoio às crianças diferentes, a perda de valores de solidariedade, a má gestão da escola pública. Sabiam do que falavam porque todos os dias enfrentavam nas escolas as dificuldades pessoais e familiares dos alunos, os seus problemas, angústias, desejos e expectativas. Queriam uma escola diferente e um país diferente porque sabiam que sem uma boa educação, não havia cidadania nem futuro. E, por isso, nunca se calaram.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas neste país cada vez mais cinzento, quem governava não gostava dos professores porque a sua voz era incómoda. Com habilidade, quem tinha mando inventou muitas histórias para os desacreditar, desvalorizar e dividir. Ao longo de muitos meses, políticos e assessores pagos a peso de ouro, trabalharam arduamente, para fazer crer que os professores eram, afinal, o “Lobo Mau” da educação. E mudaram as regras. E mudaram as leis. E alteraram aleatoriamente as regras de concurso, aumentaram o horário de trabalho, impuseram novas funções, subverteram o estatuto da carreira docente e inventaram um bizarro certame de pontos, de carácter acentuadamente burocrático, para dividir os professores em duas categorias: os com título e os sem título. Aos primeiros ficava reservado o desempenho de um novo papel, síntese de “manga-de-alpaca” e “capataz”. Dividir para reinar, um princípio muito antigo!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste pequeno país, o todo-poderoso gabinete de propaganda inventou um sinistro ladrão de palavras para complicar o vocabulário dos professores. O seu trabalho era substituir, por artes diabólicas, as palavras coragem, alegria, inconformismo sempre que eram pronunciadas ou escritas, por outras como medo, tristeza, passividade. Mas mesmo assim, os professores não se calaram.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um novo sistema de avaliação de desempenho foi então desenhado para habitar implacavelmente as escolas: comissões e mais comissões; júris e mais júris; grelhas e mais grelhas; relatórios, observações, fichas, exames, entrevistas, observações, reuniões, votações, decisões, reclamações, recursos… horas e mais horas, estatísticas e mais estatísticas, papéis e mais papéis, discussões e mais discussões, pareceres e mais pareceres. E depois, uma minúscula quota de acesso… só para muito poucos, claro, por muito bons que sejam todos. Adivinha-se o gasto de actividade, a mobilização de recursos e de energias que deveriam estar antes ao serviço dos alunos, da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Poucos confiam na validade deste sistema de avaliação do desempenho. Menos ainda acreditam que por esta via se pode aumentar a motivação dos professores ou melhorar a qualidade do trabalho necessário nas escolas. Muitos sabem que se trata, essencialmente, de impedir bons profissionais de progredir aos últimos escalões da carreira, para que os dinheiros públicos possam continuar a pagar as mordomias de políticos, assessores e administradores. Muitos sabem que o objectivo final é destruir uma cultura profissional democrática, substituindo-a por um sistema hierárquico funcional de transmissão do poder. Conformismo, individualismo, obediência, policiamento, falsidade, desconfiança, sentimento de inferioridade &lt;strong&gt;contra&lt;/strong&gt; dinamismo, cooperação, negociação, solidariedade, partilha, colaboração, trabalho em equipa, autoconfiança. Dois sistemas. Um, normativo e burocrático, baseado em dispositivos panópticos de vigilância e controle. Outro, democrático e colaborativo, baseado em processos de trabalho em equipa e de regulação organizacional. Duas formas radicalmente diferentes de equacionar os problemas da educação e o futuro da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Afinal, quem já se esqueceu que a história do Lobo Mau é do tempo em que os animais falavam?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36551298-9101840494170515507?l=pensamentocomasas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/feeds/9101840494170515507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36551298&amp;postID=9101840494170515507' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/9101840494170515507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/9101840494170515507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/2007/11/o-lobo-mau-da-educao.html' title='O “Lobo Mau” da educação'/><author><name>Fernando Moreira Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774038642519438061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_IILw--Sh2XQ/RXirJGK7r3I/AAAAAAAAAAY/NbwxjnQVS8M/s200/nando.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36551298.post-9043508995176583273</id><published>2006-12-07T20:30:00.000Z</published><updated>2006-12-12T14:36:04.390Z</updated><title type='text'>As TIC na Escola em tempos de mudança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comecemos por uma fábula:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“No tempo em que os animais falavam, há milhares de anos atrás, aconteceu que duas rãs tiveram o azar de cair nuns charcos de leite. Uma delas começou a lamentar-se da sua pouca sorte e a pedir auxílio. Vendo que ninguém a ajudava começou a croar e a protestar, morrendo pouco tempo depois com todos os seus lamentos.&lt;br /&gt;A outra rã pedia socorro enquanto tentava nadar. Ao ver que ninguém acudia em seu auxílio, em lugar de continuar a lamentar-se, começou a nadar e a mover as suas patas com tanta fúria, constância e afinco que o leite se converteu em manteiga. Com o leite solidificado, pôde sair tranquilamente.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como todas as fábulas, esta também encerra ensinamentos. No mundo complexo e incerto em que nos movemos, a valorização do esforço e do optimismo são uma “pedrada” no charco dos discursos mesquinhos e tecnocráticos em que nos querem enredar. A descoberta de que os lamentos, por si só, não nos ajudam a resolver os problemas e que lutar por causas solidárias nos é mais gratificante, pode fazer a diferença.&lt;br /&gt;As próximas décadas serão de profundas mudanças na vida das sociedades europeias. Os reptos que hoje enfrentamos na educação, na saúde, na segurança social, na economia e na na cultura, tendem a multiplicar-se. Em parte, porque as democracias modernas são de base científica e tecnológica e estas são áreas sujeitas a uma mudança acelerada. Daqui decorrem duas questões essenciais que nos irão acompanhar durante muito tempo: como colocar a ciência e a tecnologia ao serviço da qualidade de vida das pessoas e da justiça social? Qual o papel da escola neste desafio?&lt;br /&gt;Em resultado destas mudanças, a época em que vivemos é muitas vezes designada como “era do conhecimento e da informação”. De facto, a possibilidade de informatizar todos os domínios da vida quotidiana e de digitalizar todos os produtos da criação humana trouxe-nos um mundo novo: a realidade virtual. Neste, o real e a aparência nem sempre se distinguem com clareza. Por vezes, o conhecimento confunde-se com o “nevoeiro informacional”. E os discursos da mentira, quando bem simulados na comunicação social, tornam-se facilmente verdades inquestionáveis. Por incrível que pareça, quem tem o poder, o saber e os meios de dizer o que deve ser a “verdade” muitas vezes é bem sucedido.&lt;br /&gt;É um mundo difícil, bem o sabemos. Como humanizá-lo? O que fazer para diminuir a pobreza, a violência, a ganância, a desigualdade? Qual o caminho para o respeito da biodiversidade do nosso planeta, a “nossa casa comum”? Pensamos que ninguém terá a certeza dos caminhos a seguir, porque podem ser muitos e diversos. Também sabemos que não podemos mudar o princípio. Mas se nos empenharmos, talvez possamos mudar o final.&lt;br /&gt;É aqui que entra a Escola, instituição local e global, por onde devem passar todas as crianças do planeta. É o lugar da humanização da tecnologia através da comunicação pedagógica. É o lugar da prevenção dos comportamentos de risco, incluindo o da dependência dos videojogos. É lugar do questionamento, da análise crítica e da reflexão participada. É o lugar do trabalho de equipa, da aprendizagem ética e estética. É o lugar do esforço, bem certo, mas também o da gratificação pelos caminhos percorridos e obstáculos superados. É ainda, por mais utópico que pareça, um lugar de esperança e de optimismo. É ainda, por mais contra a corrente que seja, um lugar de afirmação dos direitos humanos e sociais.&lt;br /&gt;Às novas dependências do séc. XXI, a Escola tem de contrapor uma cultura colaborativa e pró-activa, baseada no esforço e na obtenção das ferramentas que permitam aprender com autonomia. A ideia de que aos alunos com insucesso ou fracos recursos basta deixá-los abandonados às novas tecnologias em qualquer sala de informática, para compensar as suas dificuldades e ansiedades, apenas acentua as desigualdades. Os recursos informáticos na Escola têm que contribuir para ensinar os alunos a aprender, comunicar e resolver problemas com autonomia e cooperação.&lt;br /&gt;Contudo, para que a Escola possa continuar a desempenhar o seu importante papel educativo são necessárias pessoas e recursos. Pessoas dignificadas e não humilhadas. Preparadas para trabalhar na base de relações de coordenação de esforços e não de subordinação a interesses ou carreiras pessoais. Motivadas para descobrir, imaginar, fazer e inovar.&lt;br /&gt;Foram estes os princípios e os fundamentos que nos levaram a concorrer à medida de financiamento lançada pela Unidade de Missão Computadores, Redes e Internet nas Escolas do Ministério da Educação (CRIE), com o projecto “Inovar na diversidade para melhorar a qualidade”. Com este projecto, a Escola EB 2,3 de Cantanhede beneficia agora de uma rede sem fios de acesso à Internet, de um projector multimédia e de 24 computadores portáteis para trabalho profissional dos professores e aprendizagem dos alunos em sala de aula.&lt;br /&gt;O projecto está a dar os primeiros passos com a instalação das infra-estruturas de rede e sala de apoio ao projecto, formação de professores, preparação de materiais pedagógicos e criação de uma página na Internet, alojada no &lt;em&gt;Web site&lt;/em&gt; da Escola, com o endereço &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;a href="http://www.eb23-cantanhede.rcts.pt/www/inovar2.htm"&gt;http://www.eb23-cantanhede.rcts.pt/www/inovar2.htm&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estas páginas disponibilizam informação para pais e encarregados de educação, recursos para professores e actividades interactivas para os alunos.&lt;br /&gt;Muito trabalho já foi feito. Muito haverá a fazer. Acreditamos que aquilo a que chamam excelência não é um feito só de alguns, mas tudo o que fazemos com motivação, persistência, prazer e interesse social. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36551298-9043508995176583273?l=pensamentocomasas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/feeds/9043508995176583273/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36551298&amp;postID=9043508995176583273' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/9043508995176583273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/9043508995176583273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/2006/12/as-tic-na-escola-em-tempos-de-mudana.html' title='As TIC na Escola em tempos de mudança'/><author><name>Fernando Moreira Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774038642519438061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_IILw--Sh2XQ/RXirJGK7r3I/AAAAAAAAAAY/NbwxjnQVS8M/s200/nando.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36551298.post-116171440784067263</id><published>2006-10-24T19:17:00.000+01:00</published><updated>2006-10-24T23:02:17.880+01:00</updated><title type='text'>Birra ou talvez não...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7573/4085/1600/Digitalizar.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7573/4085/200/Digitalizar.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se te exigissem deixar de pensar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;para seres professor,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;se te exigissem deixar de escrever &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;para seres escritor,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;se te exigissem deixar de lutar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;para seres cidadão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o que farias?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mim, apetece-me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;pensar cada vez mais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;escrever cada vez mais e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;lutar cada vez mais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;pela liberdade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;contra a bizarria, a prepotência e a demagogia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E pedir aos professores &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;para serem, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ainda mais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;professores de corpo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E pedir aos sindicatos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;para serem,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ainda mais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;sindicatos a tempo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36551298-116171440784067263?l=pensamentocomasas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/feeds/116171440784067263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36551298&amp;postID=116171440784067263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/116171440784067263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36551298/posts/default/116171440784067263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pensamentocomasas.blogspot.com/2006/10/birra-ou-talvez-no.html' title='Birra ou talvez não...'/><author><name>Fernando Moreira Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774038642519438061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_IILw--Sh2XQ/RXirJGK7r3I/AAAAAAAAAAY/NbwxjnQVS8M/s200/nando.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
